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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A bonança avizinha-se

Está a chegar mas ainda com o arco-iris.Devagar muito devagar...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A fúria do vento

A tempestade ainda não amainou.

Os problemas

Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Mar revolto

A tempestade continua e a bonança tarda a chegar.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Será melhor começar já a treinar

Hoje, para além do mau tempo acordei também com esta notícia.Se tudo correr como desejo serei uma bela octogenária.Como irei viver? Não sei, mas terá de ser sem dinheiro.É melhor começar já a treinar...

Dinheiro das reformas esgota em 2040

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Aqui vive-se bem

Já sei que Lisboa acordou num caos.Chuva e greve de comboios deixaram os lisboetas à beira de um ataque de nervos. Por aqui algumas nuvens, mas também sol e as cerejeiras estão à espera de serem revisitadas.

LISBOA HOJE
 


GARDUNHA HOJE

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Gardunha a meter respeito

Hoje a tarde foi cinzenta. A paisagem era esta e a trovoada fez-se sentir com intensidade.
Lá se foi o meu trabalho de apanhar cerejas e arranjar o jardim. Mesmo assim ainda fiz qualquer coisa de manhã. Vamos ver como será amanhã.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

E eu era a segunda

Hoje tive de me deslocar a um hospital público, acção que requer sempre levantar cedinho para chegar cedinho e ser atendida tardinho. Andar por aqueles corredores e pisos não é pera doce e finalmente descobrir o local onde tenho de estar é obra!
Existem agora uns seres chamados de voluntários que ajudam os coitadinhos a conseguirem orientar-se naquele mundo (valha-nos isso!)
Acontece que eramos apenas três doentes para aquele médico, e eu era a segunda mas (curioso!) todos marcados para as nove da manhã. Aqui começa logo a confusão, coisa que não acontece no privado...Depois é esperar até que desesperemos, pois o carro está no parque a pagar forte e feio. Passam as dez e nada, passam as onze e nada, passa o meio-dia e nada...Enfim vamos ter de perguntar o porquê daquela demora, resposta : não temos sala livre.Chega a uma da tarde e finalmente lá me chamam. Após meia hora e já cá estava fora. Tudo está bem quando acaba bem, mas afinal o problema nos hospitais públicos não se deve à falta de profissionais de saúde é pois um problema de construção civil, há que construir mais salas não é?

sexta-feira, 22 de abril de 2011

À chuva

As minha "vizinhas" não estão nada incomodadas com a chuva.Comem erva alegremente e eu a vê-las daqui da minha janela.





terça-feira, 15 de março de 2011

Tragédia

As explosões na central nuclear de Fukushima, fizeram  aumentar o nível de radiação e milhares de pessoas foram aconselhadas a ficar em casa.
Trata-se de uma radiação beta-iodo radioactivo- cuja principal consequência da contaminação com esta radiação é o desenvolvimento de cancro da tiróide.
Uma das medidas de prevenção é a distribuição de pastilhas de iodo, para saturar a tiróide e evitar a fixação do iodo radioactivo. Isto já está a ser feito no Japão.
Os japoneses têm sido bem massacrados e os problemas deles ao pé dos nossos não têm comparação possível. Deveriamos era mesmo relativizar tudo o que de mal nos acontece. Isto sim, é estar e ficar durante anos à rasca...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Esclarecimento do Ministério das Finanças

Bebés afinal não precisam de cartão do cidadão - Sol


PRONTO, MAS AGORA JÁ ESTÁ TIRADO! Tivessem esclarecido melhor. 7 euros e meio multiplicado por milhares de bébés....Grão a grão enche a galinha o papo, já dizia a minha avó Chica.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Tecnologia moderna

Nascemos, vivemos e morremos. Sendo esta a lei natural da vida, hoje tive de ir a um funeral de alguém próximo e o que isto me incomoda, principalmente aquela fase em que o caixão desce à terra e se ouve o bater das pedras em cima do mesmo. É mesmo a parte mais aflitiva!
Todavia, se alguma coisa pode "aligeirar" a angústia do enterro, são as novas construções dos nichos/gavetões nos cemitérios modernos.
De facto e felizmente não conhecia a tecnologia, pois não tenho visitado ultimamente cemitérios. Com esta nova construção é pois mais "suportável"  o enterro de alguém, e os cemitérios tornam-se lugares, talvez menos floridos, mas espaços que nos causam menos angústia ao visitá-los. Claro que falo por mim.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

As peripécias e o cartão do cidadão


A proposta do Orçamento do Estado para 2011 prevê que para serem considerados como dependentes os filhos dos contribuintes têm de ser "devidamente identificados pelo número de identificação fiscal de contribuinte na declaração de rendimentos".
Assim, as famílias terão de pagar 7,50 euros para  as suas crias terem o cartão do cidadão que serão obrigadas a tê-lo até Março.

Por via do descrito acima, presenciei hoje, numa conservatória do registo civil, as cenas dos petizes para tirarem o famoso cartão.
Chegamos cedo, pois à fila e às  respectivas senhas ninguém nos poderia safar. A conservatória mais parecia um infantário por onde passeavam crianças de todos as idades com as respectivas mães, pais e até avós, para além da quantidade de carrinhos e respectivos sacos que transportam tudo o que faz falta a um bébé.
Uns mamavam, outros corriam, outros choravam, e a chamada pelo número de senha decorria com a calma do costume. Os pais começavam a enervar-se com a demora (mal sabiam o que os esperava...)
Chegada a hora de tirar as fotografias, uns putos tinham medo da máquina e esperneavam, outros choravam porque não queriam e outros (os mais bébés queriam mamar e nada de fotos) e as empregadas lá faziam as macacadas possíveis para atrair aqueles cidadãos ao cumprimento do dever...
Hora de medir, algumas crianças berravam porque tinham medo daquele objecto que nunca tinham visto, outras penduravam-se, medir com rigôr é que não.
Enfim, meio-dia e poucos clientes despachados, mas está na hora de almoço de duas trabalhadoras, só ficam duas ao guichet e após uma hora nenhum processo despachado por falta de elementos...
Finalmente após insistências lá se conseguiram as fotos e as medições possíveis que para alguns daqui a dois meses já não têm nada a ver com a criatura que está no cartão, pois como sabemos os bébés crescem  e mudam de feições muito rapidamente.
Pois bem pais e filhos impacientes saiem da conservatória, felizes por terem agora em mãos um verdadeiro certificado de cidadania (agora não! Vão receber uma carta em casa e depois vão ter de lá voltar com o petiz-é presencial-para finalmente o tal cartão tornar a sua vida mais colorida).

Para mim que já não tenho trinta anos, e ainda menos paciência que estes jovens pais, tudo isto me fez lembrar as cenas que se passava quando tinha de ir  à  vacinação com os rebentos. Pode ser estúpida a associacão mas foi o que me fez lembrar ao ver tanto choro de criança...
Era pois, muito bom, que com este cartão as crianças ficassem imunes à parvoice!